Caixa reduz investimento de patrocínio para ciclo paralímpico Tóquio 2020

Velocista em cadeira de rodas no primeiro plano. Atrás, placa das Loterias Caixa
Novo contrato da Caixa é 12,5% menor do que o anterior

Durante os próximos quatro anos, a Caixa Econômica Federal (CEF)   vai pagar R$ 95 milhões em patrocínio ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O valor do novo contrato é 12,5% menor do que o anterior, que visava os jogos do ano passado no Rio de Janeiro, e era de R$ 120 milhões .

Ao todo, 11 modalidades devem modalidades devem receber o patrocínio do banco público, além de atletas individualmente. Mesmo com a redução, ele é o maior contrato com um comitê paralímpico na atualidade.

De acordo com o CPB, a cada ano, será injetado um valor diferente. Entre 2017 e 2018, a CEF vai investir R$ $40 milhões. Já em 2019, quando ocorrerá o Parapan-Americano em Lima, no Peru, as cifras chegarão a R$ 25 milhões e restante será aplicado em 2020, ano dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, no Japão.

Desde 2004, o a entidade paradesportiva brasileira recebe patrocínio  quase que exclusivo da Caixa, por meio da Loteria Federal . Há cerca de um mês, o blog Reflexão Sobre Rodas questionou o então recém-eleito presidente do CPB, Mizael Conrado, a respeito da alta dependência do banco e o dirigente disse à época que tinha conversar com empresas privadas, mas que pelo jeito ainda não se encaminharam.

No ano passado, a Caixa já havia anunciado a queda de investimentos de patrocínio em esportes de maneira geral, alegando corte de gastos.

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