3 perguntas a Mizael Conrado, novo presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro

Mizael Conrado (centro) foi eleito por aclamação eleito o novo preside do CPB. (Foto: CPB)
Mizael Conrado (centro) foi eleito por aclamação como novo preside do CPB. (Foto: CPB)

Eleito por aclamação na ultima sexta-feira (31 de março), o novo presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, responde a três perguntas do blog Reflexão Sobre Rodas.

Bicampeão paralímpico de futebol de 5 (para cegos) Atenas 2004 e Pequim 2008, Conrado sucede a partir de agora Andrew Parsons, que comandava a principal entidade do paradesporto brasileiro desde 2009. O ex-atleta era vice-presidente da gestão de Parsons.

Na entrevista exclusiva ao blog, ele fala a respeito dos desafios do CPB nos próximos quatro anos, do investimento da iniciativa privada nos esportes paralímpicos, além do incentivo da entidade no paradesporto como inclusão social.

Futuro

RSR: Qual será o maior desafio durante o mandato na opinião do novo presidente? E como pretende transpô-lo?

Mizael Conrado: Maior desafio será, além de manter todo o trabalho de excelência que vem sendo feito nos últimos anos, conseguir avançar. E a receita disso é, óbvio, muito trabalho e muita dedicação, contando com o apoio de uma grande equipe que a gente está montando.

Investimento

RSR: Os esportes paralímpicos dependem quase que somente do aporte financeiro da Caixa, como a nova gestão pretende ampliar o número de patrocinadores, sobretudo da Iniciativa privada?

MC: A ideia é buscar consolidar, cada vez mais, o esporte paralímpico enquanto produto. A gente já está em conversa com algumas empresas importantes e a nossa expectativa é de que a gente possa concluir este ciclo com um percentual mais significativo de financiamento privado.

Social

RSR: O que a nova gestão tem de proposta para incentivar o esporte no âmbito social para praticantes com deficiência?

MC: O esporte paralímpico é, sem dúvidas, uma das maiores ferramentas capazes de proporcionar a inclusão social do indivíduo com deficiência. A gente entende que nossa atuação no esporte educacional, dando oportunidades para que crianças possam ter acesso à iniciação esportiva, e nos processos de reabilitação, tanto com centros de reabilitação, quanto com os reformados da polícia militar, serão ações fundamentais com relação ao aspecto social, pois permitirão o acesso de crianças como também a reabilitação de adultos.

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