Pela inclusão Down

Pessoal, geralmente compartilho com vocês um pouco de minhas experiências sobre rodas, mas hoje abro espaço para falar sobre uma deficiência com o qual tive mais contato quando eu era criança, a Síndrome de Down.

Nesta terça-feira. 21 de março, comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data é simbólica, pois representa a alteração genética na divisão celular do cromossomo 21.

De acordo com o site do renomado médico Dráuzio Varela, a síndrome são alterações provocadas pelo excesso de material genético no cromossomo 21 determinam as características típicas da síndrome:

Olhos oblíquos semelhantes aos dos orientais, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas pequenas; Hipotonia, que é a diminuição do tônus muscular responsável pela língua profusa, dificuldades motoras, atraso na articulação da fala e, em 50% dos casos, por cardiopatias; comprometimento intelectual e, consequentemente, aprendizagem mais lenta.

Nesse tempo que escrevo sobre a inclusão de pessoas com deficiência, tive oportunidade de conhecer diversas historias que mostram que quem tem a síndrome de Down pode ter uma vida comum. Fazem faculdade, pós-graduação, trabalham e têm filhos. Além de pesquisas mostram que a expectativa de vida dessas pessoas cresce a cada dia e a qualidade de vida também.

Mas que a data comemorativa não fique uma marcação de calendário para virar pauta em jornais e nas redes sociais, mas para estar no cotidiano da sociedade.

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