Intestino curto: alimentos proibidos – Ep. 6

Frutas e verduras

Saí do hospital com uma enorme lista da nutricionista com os alimentos, que a partir daquele momento com a tal síndrome do intestino curto, estavam proibidos ou não de comer. A folha era clara e objetiva, eu não poderia ingerir mais hortaliças e frutas frescas, leites de origem animal e derivados, além das bebidas com gás.

Dá para perceber, como eu já disse no episodio 5, que o lanche de final de semanada estava fora de questão. Outro alimento que eu não posso comer desde então é feijão de todos os dias do prato dos brasileiros, por conta das cascas que geram bastante resíduos.

Chamada de dieta constipante branda, meu cardápio precisa conter alimentos que demoram fazer a digestão, geralmente o que não é indicado para quem tem prisão de ventre, como era o meu caso até o dia da cirurgia.

Pelo que entendi, Isso precisa ocorrer porque, para que o intestino faça absorção dos nutrientes no trecho que sobrou, a comida não pode ser digerida rapidamente. Então , também está fora da minha lista de comilança tudo que tem fibras, como é o caso de pães integrais e diversas iguarias do mundo fit.

Minha comida no prato ficou bem mais amarelada, pois o verde e o vermelho estavam vetados pelo departamento nutricional, mas não deixou a comida ruim, não. O que ficou bastante comprometido foi o café da tarde, que passou a ser na base da torrada tradicional com geleia sem açúcar, acompanhado por chás e sucos naturais adoçados à base de sucralose.

Também estão na lista de restrição os alimentos industrializados e condimentos fortes. Mas depois de um tempo seguindo as novas orientações, vários deles não fazem falta no dia a dia. É tudo uma questão de costume, o corpo, principalmente os olhos e o cérebro, não pedem mais.

Ah, na próxima quarta-feira não vai ter o post sobre a cirurgia, pois o clima ainda é de carnaval, né?

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