O dia que meu intestino deu um nó Ep. 1

dor-de-barriga
Fala, pessoal…

A partir de hoje, vou contar aqui no blog um pouco das novas experiências e dúvidas que passei a ter depois da cirurgia de emergência no intestino que precisei fazer há cerca de três meses.

Tudo começou no Feriado de Finados, quando estava no restaurante da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Cheguei com tanta dor ao local que aconteceram dois fatos incomuns pra mim: tive que ir ao banheiro e não consegui comer nada. Acreditem, isso é muito raro.

Mas pouco adiantou. Depois de quase uma hora, não saiu nada. Na viagem de volta, a dor só aumentava. A única forma de passar momentaneamente era gritar e gritar muito.

Cheguei em casa e não fiquei cinco minutos, fui para o pronto-atendimento da Unimed São José. Nem vi passar direito pela triagem, a enfermeira me perguntou qual era a cor que descrevia a minha dor. Sem muita alternativa escolhi a vermelha, mas se tivesse a preta, ah, com certeza seria ela.

Nem me lembro se passei pelo médico, quando eu vi, eu já estava tomando uma mediação para a dor. Nada mais, nada menos que morfina na veia. Em seguida fui para o hospital fazer uma tomografia no intestino. Quando voltei para o pronto-atendimento, os médicos já haviam dado o veredito: meu caso era cirúrgico. Eu teria que retirar a parte do intestino que estava prejudicada.

Após algumas horas de espera e já com uma sonda horrível no nariz, saiu minha vaga de internação no Hospital Santos Dumont, onde passei a noite sem dormir. No começo da manhã, fomos informados que cirurgia tinha sido marcada para as 18h e que os médicos ainda tinham a esperança de reverter o quadro sem entrar na faca.

Mas à tarde, a situação mudou completamente. Em pouco tempo perdi a pressão e outras referências que não me lembro mais. Fui mandado para a UTI e em seguida para o centro cirúrgico algumas horas antes do que estava previsto.

Depois disso, só me lembro do dia seguinte quando acabou a sedação já de volta à UTI, mas isso é história para um próximo post.

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