A deficiência é bonita?

Meus pais sempre me ensinaram a valorizar a pessoa que existe dentro de cada um, independentemente de sua aparência.
Sei que existe toda uma ideologia sobre os padrões de aparência e beleza, mas não vou debater este mérito. A deficiência muitas vezes pode causar estranheza em vários momentos, pois foge dos padrões delineados durante a História.

A deficiência desafia esses padrões, sejam eles arquitetônicos, de comunicação, físicos ou sociais. Como quebrar com esses paradigmas? Na real, já não acredito muito em cursos e palestras como uma solução, pois não existe técnica para isso.

Um bom exemplo cotidiano resolve muito melhor a situação, pois o contato com a pessoa, e não com o estereótipo é muito mais rico.
Obviamente, é mais fácil conviver com aqueles que possuem uma deficiência menos aparente, mas desde quando isso é a verdadeira inclusão social?

Os profissionais que trabalham diretamente com as deficiências, como os fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, acabam se acostumando as características individuais de cada deficiente, mas não deveriam ser um oásis na sociedade.
Mas, para você, é possível que esta mudança aconteça?

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