Reatech: a feira da adversidade

Com vários eventos simultâneos e a diversidade de serviços e produtos, a Reatech realmente se consolidou como uma das maiores feiras de tecnologia de reabilitação de acessibilidade do mundo.

Ela apresenta todos os meios de se promover a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. Oportunidades de empregos, nos mais variados setores. O encontro das mais diversas deficiências faz com que o respeito entre elas seja evidenciado. A participação de pessoas sem deficiência, por algum tipo de ligação, ou apenas por curiosidade é outro fator que chama atenção, pois elas têm curiosidade em saber um pouco sobre cada deficiência ou instituição.

Mas essa magnitude gera problemas notáveis de organização. Durante a passagem do Guia Inclusivo no evento, percebeu-se muita desinformação entre as pessoas e setores. Até mesmo nem todos os balcões de informações sabiam dizer onde estavam os estandes, ou onde aconteciam algumas palestras.

O repórter Rodrigo Almeida relatou sua dificuldade para entrar no evento no sábado, pois não sabiam informar o locar correto para se credenciar.

Determinadas empresas colocaram pessoas despreparadas para se relacionar com os visitantes, principalmente, aqueles com deficiência.

A ventilação em todo o recinto estava muito prejudicada. O Guia Inclusivo presenciou cenas de pessoas que reclamavam do calor intenso.

Os preços elevados de produtos e da alimentação oferecida na feira é outro aspecto a se destacar na feira de forma negativa. Apesar dessa prática já ser constatada há vários anos, ela é motivo de reclamações de vários visitantes ouvidos pelo blog.

A Reatech chega à sua décima edição, com muitas novidades para quem foi pela primeira vez, entretanto, sem muitas novidades, nem positivas, nem negativas para os frequentadores mais antigos.

11 comentários sobre “Reatech: a feira da adversidade

  1. Parabens a ATCJ BRASIL tambem chamada de Sociedade Torre de Vigia Brasil ou (ATV)..
    voces sempre se destacaram no ramo da comunicação impressa, sonora,audiovisual e agora
    na area multimidia destinada aos deficientes em geral.
    as Testemunhas de Jeová agora tem mais esse motivo para se orgulhar…
    parabens pela iniciativa inovadora que jáp or decadas tem ajudado os deficientes a conhecer seu idioma nacional VISITEM http://WWW.JW.ORG http://WWW.WATCHTOWER.ORG OU http://WWW.JW-MEDIA.ORG
    e usufruam gratuitamente de programações em LIBRAS em quase 60 IDIOMAS

  2. Olá Pessoal!!

    Concordo que realmente houveram falhas tanto na questão estrutural quanto na organização do evento, porém temos que levar em consideração vários pontos: Qual foi a orientação que os organizadores tiveram? De onde vem a verba e o quanto? Será que eles tem noção de todas as falhas?
    Claro, que muitos pontos devem ser melhorados, e muito, que tal listá-los de forma pacífica e enviarmos para a organização da feira, não como protesto, mas sim como orientação para que as próximas edições da Feira sejam mais acessíveis 😉
    Outro ponto é o seguinte, váriass novidades foram demonstradas na Feira, claro que o custo é elevado… Mas alguém perguntou, por exemplo, qual foi o custo de uma adaptação em qq carro? E outra, a feira tem sim um cunho de negócios, óbvio, mas existem meios, para tornar os produtos acessíveis à todos… Toda tecnologia terá sempre um custo, cabe a nós corrermos atrás para que a população no geral tenha conhecimento e acesso à todas as novidades!!

    Abraços

    • Bom dia, Maria. É nossa responsabilidade jornalística levantar os aspectos a serem melhorados e também os pontos positivos. Sobre o alto valor dos produtos, ele só se justifica quando existem novas tecnologias. Entretanto alguns produtos estão lá há anos e os preços continuam os mesmos. Abraços

  3. AINDA BEM que eu não fui, o que está sendo relatado pela Lak é o que vivi numa versão anterior, queriam me impor um intérprete de libras, eu falando e ouvindo português, algumas pessoas ao verem meu ap. auditivo vinham com libras e até diziam que eu precisava aprender. Pena que não sei dizer nem PQP em libras. Desorganização na entrada, calor, e tudo igual. Bem é uma feira comercial, pra vender e ponto.

  4. Olá!

    Há sempre o que melhorar em tudo, e na Reatech não foi diferente. Porém, vi mais pontos positivos do que negativos na feira.

    Criticar é fácil, mas é aquela velha história: “quem não participa, não tem o direito de criticar”.

    Abraços!!!

  5. Olá,
    Mesmo como caloura na Reatech, não pude perceber grandes novidades em uma feira de tecnologia (já que fui a outras). Mas o que sabemos é que a cada ano aparecem novas pessoas precisando destes equipos e um lugar concentrado para todas as deficiências facilita, sobremaneira, a aquisição destes produtos. Concordo com a Tuca Monteiro, é uma feira de negócios e como tal deve ser facilitadora para a demanda que a procura. Preços menores, já!
    Ano que vem tem mais.. Beijo

  6. Olha, eu não curti muito o que rolou comigo na hora de credenciar…
    Fui pedir pra colocar meu nome ‘artistico’ na credencial, em vez do nome completo. A mulher não entendeu (pq meu nome é dificil de pronunciar) e simplesmente me ignorou e chamou um interprete de libras.
    Eu respondi de maneira bem grosseira: “Eu não falo Libras, vc tem que me entender, presta atenção.”
    Ter interprete é sensacional, mas perguntar se a pessoa quer um antes é o mínimo de educação que eu espero. Não, eu não falo o idioma e não quero um interprete, quero educação, porque minha voz é perfeitamente compreensival (ao contrário do meu nome, mas tamos ai).
    Beijocas

  7. Bom dia!

    Daniel eu diria e insisto que a Reatech apresenta todos os meios de se promover a INTEGRAÇÃO das pessoas com deficiência.

    Inclusão é para TODOS(AS)!

    Sabemos que são poucas as pessoas que tem acesso as tecnologias aprersentadas na feira de negócios, sim a Reatech é uma féria de negócios.

    Bjos

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